Sobre o Alumínio

Há mais de sete mil anos, os ceramistas da Pérsia fabricavam vasos de barro com óxido de alumínio (conhecido atualmente como alumina). E, trinta séculos mais tarde, os egípcios e babilônicos utilizavam outro composto similar em seus cosméticos e produtos medicinais. No entanto, a real existência e funcionalidade do alumínio ainda eram desconhecidas.

Os rumores eram de que o alumínio fosse proveniente de colisões de átomos de hidrogênio durante a formação do sistema solar.
Empresa Sapa Em 2011 a Aluita formou uma nova parceria com a multinacional norueguesa Hydro, passando a ser o seu principal canal de distribuição dos seus produtos no sul do Brasil. No mesmo ano a multinacional adquiriu a extração de bauxita da Vale ampliando seu foco no setor de primários.

Em 2013 houve uma união entre as multinacionais Sapa e Hydro transformando-as na maior empresa de extrusão mundial. Desta forma as perspectivas de desenvolvimento de tecnologia no mercado brasileiro são extremamente positivas, pois trata-se de um mercado emergente para ela.

Características do Alumínio

  • Símbolo:AL
  • Número atômico (Z):13
  • Estado natural:Sólido
  • Caráter:Metálico
  • Massa atômica (MA):26,982 u
  • Densidade:2,708 g/cm3
  • Energia de ionização:576,8 kJ/mol
  • Ponto de fusão:660 °C
  • Ponto de ebulição:2450 °C
  • Raio atômico:130 pm
  • Eletronegatividade:1,61
  • Distribuição eletrônica:1s2 2s2 2p6 3s2 3p1


ELENCO


Humphry Davy
Hans Oersted
Charles Martin Hall

Ações Biológicas

O alumínio é um elemento inerte para o corpo humano. Contudo, a inalação prolongada de alumínio pode causar irritações pulmonares e fibroses. Ao contrário do cobre e de outros metais, o alumínio não acelera a perda de vitaminas nos alimentos, durante a cozedura. O seu uso em utensílios de cozinha está banalizado (amplamente disseminado) e não é prejudicial para a saúde. Certos compostos de alumínio são utilizados na terapia de úlceras e hiperacidez gástrica, revelando uma toxicidade oral quase inexistente.

A história do alumínio, porém, é recente.


Em 1808, o químico inglês Humphry Davy finalmente conseguiu provar a existência do alumínio, e pouco tempo depois Hans Oersted, físico alemão, conseguiu produzir pequenas quantidades do metal.

Em 1869, um grande avanço na produção permitiu que o custo baixasse de US$ 545,00 para US$ 17,00 o grama, quase o mesmo valor da prata. Nesta época, o alumínio decorou até a mesa da corte francesa, a coroa do rei da Dinamarca e a capa do Monumento de Washington.

Começou então a existir a necessidade de ter uma grande quantidade de produção a um preço muito baixo, para que o alumínio pudesse ser um metal de primeira categoria. Em 1880, ele era considerado semiprecioso, mais raro que a prata.

Então, o professor americano Frank Jewett mostrou aos seus alunos do Oberlin College de Ohio, um pequeno pedaço de alumínio e afirmou diante de todos que quem conseguisse de alguma forma explorar o metal, ficaria rico. Um de seus estudantes, Charles Martin Hall, que vinha realizando experiências em um laboratório improvisado desde os 12 anos de idade, continuou suas pesquisas depois de formado e aprendeu a fazer óxido de alumínio: a alumina.

Em 1886, Hall colocou em um recipiente certa quantidade de criolita com alumina e passou uma corrente elétrica. O resultado foi uma massa congelada, que ele trabalhou com um martelo. Várias partículas de alumínio se formaram, dando origem a um dos metais mais utilizados na história.

RECICLAGEM

Quando se fala em reciclagem do alumínio, a primeira coisa que vem à cabeça são as latas de alumínio. Hoje, duas de cada três latas de alumínio são recicladas. É mais do que qualquer outro recipiente de bebidas (plástico, vidro ou ferro). O ato de reciclar latas usadas começou em 1968, na Califórnia.

Mas não só as latas são recicladas. Mais de 85% do alumínio de automóveis é recuperado, e entre 60% e 70% do alumínio usado em novos veículos é feito de material reciclado.


Para se ter uma idéia, 20 latas recicladas podem ser feitas com a energia necessária para produzir uma lata usando minério virgem. Reciclando uma lata de alumínio, economizamos energia para manter uma lâmpada de 100W acesa durante 3 horas e meia ou deixar a televisão ligada por três horas.



A indústria do alumínio economiza energia necessária para gerar cerca de 7.5 quilowatt/hora de eletricidade. Além disso, o processo de reciclagem economiza etapas: a matéria é simplesmente derretida e moldada novamente, eliminando a extração, refino e redução. A reciclagem também poupa tempo e dinheiro. Derreter latas usadas de alumínio demora metade do tempo e tem 1/10 dos custos de mineração e refino do minério, reduzindo a dependência de importação de bauxita.

Fornecendo as latas para a reciclagem, a população ajuda a completar o ciclo do alumínio; uma lata reciclada volta aos supermercados em cerca de 90 dias. A reciclagem de latas também tem um importante papel social. Cria novos empregos em centros de reciclagem, empresas de alumínio, transporte e empresas que dão suporte à indústria do alumínio.



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