Preencha os dados abaixo e receba em
seu email promoções e novidades de
nossos serviços!
Nome:
Ramo:
E-mail:

Linhas de Produtos

Linha de Produtos | Aluita

Sobre o Alumínio

Características do Alumínio
AL
Símbolo
13
Número atômico (Z)
Sólido
Estado natural
Metálico
Caráter
26,982 u
Massa atômica (MA)
2,708 g/cm3
Densidade
576,8 kJ/mol
Energia de ionização
660 °C
Ponto de fusão
2450 °C
Ponto de ebulição
130 pm
Raio atômico
1,61
Eletronegatividade
1s2 2s2 2p6 3s2 3p1
Distribuição eletrônica
Imagem de Alumínio Imagem de Alumínio
Imagem de Alumínio
Imagem de Alumínio
Há mais de sete mil anos, os ceramistas da Pérsia fabricavam vasos de barro com óxido de alumínio (conhecido atualmente como alumina). E, trinta séculos mais tarde, os egípcios e babilônicos utilizavam outro composto similar em seus cosméticos e produtos medicinais. No entanto, a real existência e funcionalidade do alumínio ainda eram desconhecidas.


Os rumores eram de que o alumínio fosse proveniente de colisões de átomos de hidrogênio durante a formação do sistema solar. A história do alumínio, porém, é recente.


Em 1808, o químico inglês Humphrey Davy finalmente conseguiu provar a existência do alumínio, e pouco tempo depois Hans Oersted, físico alemão, conseguiu produzir pequenas quantidades do metal. Em 1869, um grande avanço na produção permitiu que o custo baixasse de US$ 545,00 para US$ 17,00 o grama, quase o mesmo valor da prata. Nesta época, o alumínio decorou até a mesa da corte francesa, a coroa do rei da Dinamarca e a capa do Monumento de Washington.


Começou então a existir a necessidade de ter uma grande quantidade de produção a um preço muito baixo, para que o alumínio pudesse ser um metal de primeira categoria. Em 1880, ele era considerado semiprecioso, mais raro que a prata.


Então, o professor americano Frank Jewett mostrou aos seus alunos do Oberlin College de Ohio, um pequeno pedaço de alumínio e afirmou diante de todos que quem conseguisse de alguma forma explorar o metal, ficaria rico. Um de seus estudantes, Charles Martin Hall, que vinha realizando experiências em um laboratório improvisado desde os 12 anos de idade, continuou suas pesquisas depois de formado e aprendeu a fazer óxido de alumínio: a alumina.


Em 1886, Hall colocou em um recipiente certa quantidade de criolita com alumina e passou uma corrente elétrica. O resultado foi uma massa congelada, que ele trabalhou com um martelo. Várias partículas de alumínio se formaram, dando origem a um dos metais mais utilizados na história.


Reciclagem


Quando se fala em reciclagem do alumínio, a primeira coisa que vem à cabeça são as latas de alumínio. Hoje, duas de cada três latas de alumínio são recicladas. É mais do que qualquer outro recipiente de bebidas (plástico, vidro ou ferro). O ato de reciclar latas usadas começou em 1968, na Califórnia. Por volta do ano 2000, as indústrias pretendem coletar 75% das 50 bilhões de latas jogadas fora por ano. Mas não só as latas são recicladas. Mais de 85% do alumínio de automóveis é recuperado, e entre 60% e 70% do alumínio usado em novos veículos é feito de material reciclado.


Produtos de alumínio são ideais para reciclagem porque é muito mais barato reaproveitá-los do que fazer alumínio novo do minério de bauxita. A reciclagem requer menos de 5% da energia usada para fazer alumínio. Para se ter uma idéia, 20 latas recicladas podem ser feitas com a energia necessária para produzir uma lata usando minério virgem. Reciclando uma lata de alumínio, economizamos energia para manter uma lâmpada de 100 W acesa durante 3 horas e meia ou deixar a televisão ligada por três horas. A indústria do alumínio economiza energia necessária para gerar cerca de 7.5 quilowatt/hora de eletricidade. Além disso, o processo de reciclagem economiza etapas: a matéria é simplesmente derretida e moldada novamente, eliminando a extração, refino e redução. A reciclagem também poupa tempo e dinheiro. Derreter latas usadas de alumínio demora metade do tempo e tem 1/10 dos custos de mineração e refino do minério, reduzindo a dependência de importação de bauxita.


Fornecendo as latas para a reciclagem, a população ajuda a completar o ciclo do alumínio; uma lata reciclada volta aos supermercados em cerca de 90 dias. A reciclagem de latas também tem um importante papel social. Cria novos empregos em centros de reciclagem, empresas de alumínio, transporte e empresas que dão suporte à indústria do alumínio.


Ações Biológicas


O alumínio é um elemento inerte para o corpo humano. Contudo, a inalação prolongada de alumínio pode causar irritações pulmonares e fibroses. Ao contrário do cobre e de outros metais, o alumínio não acelera a perda de vitaminas nos alimentos, durante a cozedura. O seu uso em utensílios de cozinha está banalizado e não é prejudicial para a saúde. Certos compostos de alumínio são utilizados na terapia de úlceras e hiperacidez gástrica, revelando uma toxicidade oral quase inexistente.
Avenida Sertório, 1544 - Porto Alegre - RS - Brasil | Fone: (51) 3373-8700
Desenvolvido por Vale da Web